Resenha: O Diário de Bridget Jones

Título Original: Bridget Jones’s Diary
Autora: Helen Fielding
Ano: 2016
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 286
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Sei que isso pode soar como algo que você, querido e fiel leitor do Estante Diagonal, já ouviu antes. Acredite, você já ouviu essa história antes. É provável que ela tenha aparecido através de outro olhar, com outra roupagem, possuindo detalhes diferentes e relacionada a outro contexto, mas você já ouviu essa história antes! 

Durante anos e anos ... Por quinze anos, se me arrisco a ser mais exata, ouvi falar de um Diário. Diário este que vinha a pertencer a uma moça conhecida por Bridget Jones. Durantes todos esses anos me vi curiosa com relação ao conteúdo desse objeto pessoal, ouvia histórias engraçadas, absurdas e fofas relacionadas a essa personagem, e, com o passar do tempo, comecei a acreditar que já conhecia aquela mulher. Após anos de histórias, segredos e fofocas, pensava ser amiga de longa data dessa mulher. Lembro de, veja o tamanho de minha indiscrição, ter visto alguns flashes, pequenos pedaços de sua vida e suas falhas passando na televisão. Mas como estava errada, e como fiquei feliz, animada e encantada por ver que, não, não conhecia absolutamente nada do conteúdo do Diário de Bridget Jones!

“Adoro os encantos do inverno. Eles nos mostram que estamos à mercê das intempéries e que não devemos focar tanto na nossa aparência nem em trabalhar demais, e sim ficar aquecidos e ver tevê. ”

Recentemente a Paralela, selo pertencente a editora Companhia das Letras, relançou, repaginou, trouxe novamente todo o brilho e bom humor dessa personagem que, em 2016 completa vinte anos de falhas, dramas e muito amor. Não vou me ater aos encantos confusos e questionáveis da antiga capa, pois o passado é passado e devemos focar no futuro. Assim, declaro com todas as letras que a editora não poderia ter escolhido melhor ao mudar as capas e criar uma identidade para toda a série criada por Helen Fielding.  

Pensando em toda a trajetória da personagem, observando suas neuras, a nova capa, a comemoração de vinte anos do lançamento do primeiro livro, não poderia deixar esse livro, que conquistou fãs ao redor do mundo, fora do Estante Diagonal. Afinal, nada mais digno do que resenhar um livro que mesmo após vinte anos de publicação, continua atual e afiadíssimo, um espelho do que a sociedade ainda é, mesmo com as mudanças que observamos desde seu lançamento.


Bridget alcançou a temível (talvez nem tanto) casa dos trinta. Bridget Jones é solteira, e muitos podem observar o fato de que ela possuí trinta anos e ainda é solteira (vamos combinar, em algum momento você iria reparar nesse detalhe). Ela adora uma boa taça de vinho, a inebriante felicidade que a concentração de álcool no sangue é capaz de trazer. Adora a companhia de suas amigas, seus conselhos e seu suporte, adora saber que elas estarão lá para qualquer situação. Tudo bem, ela adora companhia e uma boa desculpa para a ingestão de álcool. Bridget pensa muito, mas muito, em como ela chegou a esse estado, como ela ainda não conseguiu arrumar um homem decente para chamar de seu e como sua vida parece não tomar os rumos que poderia, merecia, deveria tomar. Bridget possuí um trabalho como qualquer outro, mas não se trata de uma carreira. Ela tem uma quedinha pelo chefe e tudo o que ela quer é um namorado; perder peso; parar de fumar; mudar de vida; arranjar um namorado descente e ... bem, suas reflexões serão focadas nesses temas. É triste, mas é verdade. A sociedade, nossa sociedade julga essa querida e adorável personagem por sua situação, sua posição e, qualquer semelhança deste parágrafo com uma certa música da Lily Allen, é mera coincidência. Mas vamos combinar, iria cair como uma trilha sonora perfeita, escuta aí vai.

A obra é realmente um diário pessoal da personagem. Através de seus dias, de sua rotina, pensamentos e reflexões, a personagem nos apresentará sua vida, como ela realmente é, sem filtros, sem floreios, mas sim, cheia de dramas, neuras e confusões. É através dos olhos da personagem, de suas falhas, seus dramas, sua insegurança tremenda, de sua paixonite pelo chefe, sua aversão por Mark Darcy, suas noitadas e seu emprego que perceberemos as semelhanças da ficção com a realidade. É difícil não se identificar com pelo menos uma situação, um pensamento, uma reflexão da personagem, a obra foi pensada, planejada e criada para garantir que o leitor fosse capaz de se identificar, e, caso isso não viesse a acontecer, o arremate acontece por meio da grande empatia gerada em torno de Bridget. Em seu diário acompanharemos seu ano agitado; o caso com o chefe; o jantar que não deu certo; a mudança de emprego e os encontros adoráveis com Mark Darcy. Entraremos de cabeça na vida da personagem, e o mais importante, iremos nos apegar às suas falhas e pensamentos acertados que nos remetem a nossa própria realidade.

“Batalho para fechar o mês e riem de mim porque sou solteirona, enquanto Magda mora numa casa enorme, com potes contendo oito tipos de macarrão e faz compras o dia inteiro. Mesmo assim, está super deprimida e insegura, achando que eu é que tenho sorte...”

O Diário de Bridget Jones, se não se importarem com meu atrevimento e minha ansiedade por comentar sobre esse detalhe, é, até certo ponto, um Orgulho e Preconceito repaginado. Não digo que a obra seja uma releitura do clássico de Jane Austen, mas destaco que, embora muitas vezes de maneira sutil, ela irá apresentar sim, elementos que remetem à outra obra, o que fez com que meus olhos brilhassem e começasse a babar arco íris! A obra é uma visão de nós mesmos, de nossa sociedade, das trapalhadas em que nos metemos e das neuras que possuímos, mas também existe amor, frescor e momentos engraçados, e não podemos esquecer do querido e adorável Mark Darcy, que, embora repaginado, lembra o Darcy original.


Bridget é a materialização em papel, em palavras, de todas as inseguranças da mulher atual, e é justamente por esse motivo que a personagem precisa carregar uma carga tão grande de insegurança consigo. Ela representa todas as vezes que erramos, que não soubemos como agir, todas as vezes em que pensamos e repensamos sobre o próximo movimento, sobre o que fazer com relação as dificuldades (muitas vezes criadas por nossas mentes estranhas) da vida. Ela retoma nossas neuras, nossas imperfeições e apresenta tudo isso da maneira mais maravilhosa possível. A obra é fresca, engraçada, bem-humorada, mas também crítica e reflexiva, o mundo real não fica de fora, ele é palco para nossa personagem. Porém, é necessário relevar e saber olhar para a obra. Se observarmos todas as falhas, ações e insegurança da personagem, o que ela realmente é, com certeza iremos, no mínimo, se irritar com suas neuras e dramas, nos incomodaremos com suas falhas, com seus tropeços e as vezes em que cai de cara no chão. Mas o segredo do livro é que ele deve ser levado a sério em certa medida, sem nunca esquerdecer a graça da vida.


“Passei o fim de semana inteiro sem ter ninguém para amar nem com quem se divertir. Não tem importância. Comprei um delicioso pudim de gengibre na M&S e vou colocar no micro-ondas. ”

O Diário de Bridget Jones completa vinte anos e mostra que não perdeu seu brilho! A obra pode não ter chegado na casa dos trinta anos, assim como sua personagem, mas é capaz de mostrar com bom-humor e ironia tudo aquilo que nos torna quem realmente somos. E não venha me dizer que nunca passou, pensou em algo, ou mesmo presenciou algumas das situações e pensamentos expressados nesse livro. A obra tornou-se um clássico por, mesmo após vinte anos de publicação, conseguir mostrar o que somos, a sociedade em que vivemos e ainda estampar para o mundo todo ver que, ser imperfeito pode ser a coisa mais perfeita do mundo!

Confira a crítica da última adaptação da série, O Bebê de Bridget Jones, mas cuidado com possíveis spoilers ;)

Confira a série Bridget Jones:
1. O Diário de Bridget Jones
2. Bridget Jones: No Limite da Razão
3. Bridget Jones: Louca pelo Garoto
4. O Bebê de Bridget Jones: Os Diários

22 comentários

  1. cara, eu sempre amei Bridget! concordo muito com o que você disse sobre ela ser o reflexo da mulher de hoje. e vejo ela como uma mulher forte, perigosa, como diz a Ariana Grande. porque apesar de todos os erros e suas inseguranças e problemas, ela não desiste e luta pelo que quer. sempre achei a obra muito leve e engraçada. como não rir com seus relatos sinceros? essa edição da Paralela tá linda mesmo. certeza que vou comprar!

    adorei a resenha!
    beijos, isa
    http://isaloucaporlivros.blogspot.com/

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    1. Olá Isa, tudo bem contigo ???
      Também achei a Bridget muito engraçada !!! Apesar do que algumas pessoas comentam, vi nesse livro muita leveza, a união de diversas neuras da mulher moderna, uma certa piada com nós mesmas, mas no meio de tudo isso, mensagens que muitas vezes fingimos não ouvir. É claro que não é nada filosófico, mas ainda assim são mensagens importantes !!! ^-^
      Fiquei muito feliz com seu comentário, adoro quando quem já leu o livro e conhece a história me conta um pouquinho do que achou !!!

      Beijinhos

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  2. Oi!
    Ainda não li, mas sua resenha me fez pensar: Estou precisando de livros com personagens assim, que tropeçam na vida e levantam, que tenham uma vida comum, e principalmente bom humorados, acho que a Bridget é assim. Com certeza vai entrar na minha lista de desejados, espero em breve conhecer essa obra e me divertir com a Bridget.
    Beijos.
    Lendo Com Ela

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    1. Olá Ana, tudo bem ???
      Se você curtiu a ideia do livro, e ela segue bem essa caminho que tu criou no seu comentário, tu precisa dar uma chance para O Diário de Bridget Jones !!! Acredito que irá curtir a leitura !!!
      Não esqueça de quando realizar a leitura vir aqui me contar o que achou !!! ;)

      Beijinhos

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  3. Sempre ouvi falar dessa história, inclusive, participei de um sorteio recentemente e ganhei, mas duvido que meus exemplares cheguem, a blogueira nunca me respondeu. De qualquer modo, atualmente estou lendo orgulho e preconceito e você dizer que tem momentos que remetem me deixou bem animada. Gosto muito de personagens reais como essa, e adoraria conhecer essa história.
    Um abraço!

    http://paragrafosetravessoes.blogspot.com.br/

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    1. Oi Eduarda, tudo bem contigo ???
      Nossa que pena que o sorteio não deu certo. É muito ruim quando essas coisas acontecem ... :/
      Não cheguei a pesquisar se a autora realmente se inspirou em Orgulho e Preconceito, se ela queria criar um "Orgulho e Preconceito moderno", mas não pude deixar de notar certas semelhanças com o clássico, rsrsrsrs. Acho que tu gostaria do livro, e espero que consiga conferir essa obra também.
      Não é exatamente um Orgulho e Preconceito, mas é bom e engraçado !!! ;)

      Beijinhos

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  4. já ouvi falar da série mas não li o livro, nem vi os filmes rsrs Apesar de gostar de comédia não tive a chance de ler ainda. Acho interessante que mesmo após 20 anos o livro continue atual e notamos como continuamos com as mesmas inseguranças de sempre rsrs

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    1. Olá Thaynara, tudo bem ???
      Pena que não teve a chance de conferir o livro ainda ... :/
      E é exatamente assim, vinte anos se passaram e continuamos "neuróticas", rsrsrs, mas também, se você parar para observar, o plano geral pode ter mudado em alguns detalhes, mas muita coisa continua a mesma, e nós continuamos com muitas neuras, sem falar que muitas vezes ainda estamos umas contra as outras ... Se fosse negativa iria ficar irritada com isso tudo, hahaha. Mas dai vem a Bridget e nos faz rir de tudo isso. ^^

      Beijinhos

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  5. Izabel!
    Não li o livro ainda, porém já assisti os filmes e até me identifico um pouco com a protagonista: fora de peso, meio destramelhada, adoro escrever diários e por aí vai.
    Quero ler o livro.
    “Saber quando se deve esperar é o grande segredo do sucesso.” (Xavier Maistre)
    cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
    TOP Comentarista de NOVEMBRO com 3 livros + BRINDES e 3 ganhadores, participem!

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    1. Oie, oie, oie !!!
      Ao contrário de ti, nunca realmente assisti os filmes, rsrsrs, acho que esse foi um dos detalhes que mais pesaram para que eu quisesse conferir o livro. Sempre ouvi falar dos livros e filmes, mas nunca tive contato direto com eles.
      Espero que consiga conferir o livro, e não esquece de me contar o que achou depois que tu ler !!! ;)

      Beijinhos

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  6. Eu já gosto de livros diários. Nossa, ficam tão divertidos e acompanhar a historias e as aventuras da personagem é sempre uma delicia de ler, nos sentimos até amigos dos personagens, entrando a fundo nas suas vidas.
    Pelo visto, esse é um sucesso e tanto! Adorei 😉
    Beijos

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    1. Oi Bruna, tudo bem contigo ???
      Confesso que não tenho costume de ler livros em forma de diário. Posso estar enganada, minha memória as vezes falha, mas acredito que esse foi o primeiro, ou um dos poucos livros que li que segue esse formato. XD
      Fiquei feliz por saber que curtiu o livro, ele é bem legal, sem falar de engraçado !!!

      Beijinhos

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  7. Não concordo com você em algumas coisinhas, não acho um livro divertido, sempre achei que as pessoas levavam muito "na esportiva" o grau de bebedeira, e de depressão disfarçada que há nessa personagem, deixando que as pessoas acreditem que isso é uma normal atitude do ser humano, Um fato que deveria ser avaliado é levado como comédia pelas massas! A personagem principal tem sempre uma coisa de depressivo e de caricato e percebo que muitas pessoas se identificam com isso, mas como leitura para diversão até entendo!

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    1. Olá Adriana, tudo bem contigo ???
      Confesso que não tinha pensado no livro por esse lado. Acredito que isso tudo depende exatamente da forma como o leitor irá enxergar o livro, seria uma questão de visão não é ?!
      Não enxergo muitas ações da Bridget como algo "normal", afinal, não acredito no normal, muitas ações da personagem vão para o lado oposto do que acredito, mas não consigo enxergar o livro da mesma forma que você.
      O que vejo na obra, e que penso que a autora quis fazer com essa obra, era realmente transformas a Bridget em uma grande reunião de tudo o que as mulheres guardam dentro de si, mesmo dizendo que não, e mesmo que não guardem tudo ao mesmo tempo. Ela é um tanto caricata, mas penso que funciona muito bem na história. Vejo o livro como uma forma bacana de rir de nós mesmas e da sociedade, de levar as coisas mais na esportiva. Mas novamente, é tudo uma questão de visão. ;)

      Beijinhos

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  8. Olá, conheço a história de tanto ouvir outras pessoas falarem dela. E sempre falam com um entusiasmo que é próprio dos leitores da obra, acredito que meio que passou da hora de eu aceitar o fato que preciso ler esse livro. Acredito que possa ter algo à oferecer.
    Beijos
    Quanto Mais Livros Melhor

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    1. Oi Priscila, tudo bem contigo ???
      Fiquei feliz por saber que possuí interesse no livro. Espero que consiga conferir a obra, acredito que ela vá te surpreender, e te fazer rir também !!! XD

      Beijinhos

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  9. Há muito tempo já ouço falar de O Diário de Bridget Jones, sempre coisas boas, que realmente dão vontade de pegar pra ler, mas aí o "eu cabeção aqui" se esquece e começa outros livros, e assim deixou passar essa maravilha, mas dessa vez eu leio, aah se leio!
    Bjoks

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    1. Olá Rafaela, tudo bem ???
      Também sou assim flor !!! XD
      Já ouvi falar, recebi indicações, até cheguei a anotar títulos em minha lista, mas sempre acabo me esquecendo ou passando outro pra frente, hahaha, é normal !!!
      Espero que consiga ler o livro, e não esquece de me contar o que achou depois que tu ler !!! ;)

      Beijinhos

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  10. Eu acho que nunca assisti ao filme inteiro, sempre partes. Mas desde que eu retomei de vez meu habito de ler, eu sinto uma tremenda vontade de ler esse livro. Bridget parece ser o tipo de pessoa que você quer abraçar forte, ela nos representa e ela é maravilhosa (ao menos eu acho, pelo que sei dela).

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    1. Olá Aline, tudo bem contigo ???
      Assim como você só assisti algumas partes do filme, nunca consegui assistir ele inteiro. Mas quando a oportunidade de ler a obra surgiu, não pude esperar !!!
      Espero que consiga ler o livro e conhecer a querida e engraçada Bridget !!! Acho que vai gostar dela !!!

      Beijinhos

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  11. Oi Izabel,
    Já assisti aos filmes diversas vezes em diferentes fases da minha vida e o mais engraçado é que em todos estes momentos me identifiquei com a Bridjet Jones. Acho que isso se deve ao fato de que ela é uma personagem real, ou melhor dizendo, que poderia ser real. Todas as situações que ela vive, as preocupações que ela tem, fazem parte da vida de muitas mulheres, inclusive da minha. Nunca li os livros, mas sei que no momento em que realizar as leituras, todas as reflexões que tive assistindo aos filmes irão se intensificar, pois vou conseguir sentir o que a autora realmente quis transmitir em cada pensamento da personagem!!

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    1. Oi Gislaine, tudo bem ???
      Achei muito legal o seu comentário. Você comentou sobre algo que percebi no livro. É muito fácil se identificar com a Bridget, ela é quase real, além de representar coisas que várias de nós sentimos, passamos ou já pensamos.
      Adorei o seu comentário. Gosto muito quando vocês conversam um pouco comigo sobre o livro, nesse caso, fizemos uma troca de ideias sobre o livro e o filme !!! Se você já gosta da Bridget, tenho certeza de que irá curtir os livros, acredito que eles vão te fazer curtir ainda mais essas personagem !!! ^-^

      Beijinhos

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