The Walking Dead – 1º Temporada | Crítica

23 ago, 2014 Por Lili Dalpizol

Criado por: Frank Darabont
Com: Andrew Lincoln, Jon Bernthal, Sarah W. Callies, Laurie Holden, Steven Yeun
Gênero: Ficção, Ação, Drama
Duração: 6 episódios – 60 minutos
Lançamento: 2010

Tem algumas séries que nós, somos loucamente apaixonadas. Uma dessas é The Walking Dead. A série é baseada na HQ, criada por Robert Kirkman, Tony Moore e Charlie Adlard. A série já está na quinta temporada, mas para as coisas não ficarem confusas, vamos começar resenhando a 1ª temporada. Até porque muita gente não curte o estilo, ou, tem preconceito por ser uma série com zumbis, enfim, vamos tentar mostrar um pouquinho o porquê do nosso amor!
O piloto inicia com o Xerife Rick Grimes (Andrew Lincoln) acordando em um hospital. Em flashbacks mostra como o xerife foi parar no hospital. Em uma perseguição a bandidos, junto com alguns colegas policiais dentre eles Shane Walsh (Jon Bernthal), ele é baleado. Rick consegue lembrar-se que recebeu a visita do grande amigo Shane algumas vezes no hospital, mas no momento em que acorda, está sozinho no quarto. Rick estranha as flores tão secas ao lado da cama, e levanta-se sozinho. Cai no chão, pede ajuda das enfermeiras, mas estranhamente, ninguém aparece para ajudá-lo. Saindo do quarto, algo está muito errado. Tudo está vazio, quebrado e um cheiro forte está no ar.

Caminhando até o final do corredor, duas portas estão fechadas com correntes e tábuas, com os dizeres “Não abra – Mortos dentro”. Nesse momento Rick observa dedos esbranquiçados tentando passar pelas fechaduras, e um estranho som saindo de dentro das portas, mas conforme diz o recado Rick não se atreve a abrir as portas. Saindo do hospital, mais um choque. Centenas de corpos estão em sacos no chão do pátio do hospital, todos com marcas de sangue na cabeça. Um dos corpos estava com a cabeça descoberta, e Rick observa a estranheza do corpo, esbranquiçado e todo deformado.

Após perceber o que está acontecendo e o caos que se alastrou pelo mundo, Rick inicia uma busca por sua família. Após encontrar um grupo de sobreviventes, Rick tem uma surpresa inigualável. Rick junta-se a esse grupo e passa a viver com eles, tornando-se o líder. Juntos eles passam por muitos problemas, como segurança, comida e intrigas dentro do grupo. Os zumbis são cada vez mais numerosos, e torna-se cada vez mais difícil achar um lugar com segurança, ainda mais em grupo como o deles, com crianças e idosos.

Acho muito importante salientar que sim, é uma série com um enredo cheio de zumbis, ou errantes (Walkers, como também são chamados), e para assistir a série é necessário gostar de ficção e ação. Mas o que eu mais amo nessa série, é que chega um ponto, que é o perigo maior são as outras pessoas, pois as leis que antes traziam a paz, são completamente esquecidas, e é cada um por si. Um grupo não aceita ver que outro está em melhores condições, e assim inicia uma guerra, no meio de um contexto devastado.

A primeira temporada teve apenas seis episódios e a crítica em geral, fez muitos elogios. O último episódio da temporada teve cerca de 6 milhões de espectadores nos EUA, tornando-se a série dramática mais vista. As gravações foram feitas nos arredores de Atlanta – Georgia, local onde se passa a história. Com a aclamação da crítica e espectadores, a série vem sendo renovada. Quem não conhece a série, espero que com essa resenha fique pelo menos curioso, e quem já conhece, espero que tenha matado um pouquinho da saudade da 1ª temporada, que já faz tanto tempo que assistimos!


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