Até onde alguém estaria disposto a ir em busca de respostas, em busca de aceitação, em busca de ser vista como algo que — francamente —, nem mesmo ela acha que merece? Até onde destinos ligados em prol de manter seus reinos seguros, realmente os deixa seguros? É isso o que Isla Crown precisará descobrir após ganhar o centenário de Lightlark, quebrando a maldição de séculos, quebrando também, muito possivelmente, seu próprio coração no processo.

Dividida entre suas obrigações como campeã, agora atada à dois povos, ela precisa entender o que realmente sabe e aquilo que se turva em suas lembranças como as sombras bailando no quarto parado como poeira. A escolha sempre presente entre luz e escuridão; nesse caso solidificadas entre Oro e Grim, quase dois lados de uma mesma moeda, duas partes pulsantes de um mesmo coração errante e confuso.
Continue lendo



























