Hoje vim trazer a resenha de um livro interativo, mas que promete, ou pelo menos tenta ajudar muitas pessoas que andam brigando com a felicidade.
Confesso que quando comecei a ler o livro, e entender muitas das atividades proposta nele, esperava algo bem leve e descontraído, mas devo confessar que me senti um pouquinho deprimida. Eu percebi que me identificava com muitas das mensagens contidas aqui, mas isso não foi uma percepção ruim, pelo contrário, foi ótimo.
Como Ser Feliz vai te confrontar com muitos questionamentos, com muitas instruções que devido a correria de nossos dias deixamos de perceber. Como por exemplo, como anda seu humor, como você realmente se sente, em qual ponto estão teus planos? Teus sonhos? Ou então, quantas coisas realmente prazerosas você vem fazendo.
Eu sempre tive em mente que não existem pessoas totalmente felizes, e que a felicidade plena não acontece. Existem sim, momento felizes que devemos cultivar, e principalmente, saber como cultiva-las. A princípio, o livro pode não chamar sua atenção por carregar uma “carinha” de autoajuda, mas acredito que as páginas e dicas que constam nesse pequeno livro laranja vai te fazer reavaliar muitas de suas atitudes.
O livro, como qualquer outro, não promete te fazer feliz, e nem tem como único público alvo aquelas pessoas que andam deprimidas. Nada e nem ninguém pode nos fazer mais felizes, não serão as coisas que nos ajudarão a isso, mas sim nós mesmos! O livro é recheado de atividades que enriquecem esta verdade, o único diferencial é que o ele ajuda a enxergar isso de forma mais clara.
Durante as atividades, o autor Lee Crutchley, acaba compartilhando de muitas experiências pessoais, de quando ele se sentiu um pouco mais triste, e de quando sentiu que andava guiando sua vida de forma automática. O autor aprendeu com a vida a melhor maneira de traçar seu próprio caminho e agora utiliza do seu livro para tentar ajudar as pessoas que possam estar passando por isso.
Concluindo é um livro que parece simples, sem pretensões, honesto, mas que ao final nos remete a uma série de questionamentos interiores. Que nos fara enxergar a vida e a maneira como a levamos com outros olhos. Sempre haverá uma forma de ser feliz, ou então, de buscar momentos mais felizes e se por algum motivo você quiser se sentir triste, tudo bem.

  • How to Be Happy (Or at Least Less Sad)
  • Autor: Lee Crutchley
  • Tradução: Henrique de Breia e Szolnoky
  • Ano: 2015
  • Editora: Paralela
  • Páginas: 160
  • Amazon

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18 Comentários

  • Vania Correa
    25 fevereiro, 2019

    Que livro interessante, leve, bem descontraído, a diagramação está muito fofa, as carinhas são fofas, realmente não existem pessoas totalmente felizes, a idéia é bem bacana.Beijos…

  • Sofia
    25 fevereiro, 2019

    Oi, Joi <3Recebi esse livro faz tem um tempinho e nunca parei para ler. É umas daquelas obras simples, mas que são super especiais. Achei muito bacana a proposta, e não o encaro como autoajuda. Ótima dica.Beijo

    • Estante Diagonal
      25 fevereiro, 2019

      E não é mesmo Sofia, mas como toda proposta ou leitura, vem da pessoa tirar algo para si, ou não.

  • Lara Cardoso
    25 fevereiro, 2019

    Oi
    Gostei da proposta do livro. Todos já nos sentimos tristes e é preciso saber quando isso é sinal de depressão, como você bem pontuou. Parabéns por esta visão.
    As tarefas parecem ser interessantes mesmo, bem profundas e gerando uma série de reflexões sobre a vida e nós mesmos. Sua resenha me deixou muito interessada em conhecer este livro, embora eu me considere uma pessoa feliz. rs

    Beijinhos

    • Estante Diagonal
      26 fevereiro, 2019

      Exatamente isso Lara, muita gente confunde e o tema deve ser abordado e muito ainda. Bjs

  • Betânia Duarte
    25 fevereiro, 2019

    Parece ser um livro ótimo, bom para reavaliarmos certas coisas ^^ Beijo e ótimo ano novo para vocês! Sorriso Espontâneo

  • Guilherme Dias
    25 fevereiro, 2019

    Heey!Inicialmente não curti a premissa do livro, mas depois que li sua resenha acho que vou gostar. Curto esse lance de reflexão e esses livros mais dinâmicos são muito amor hahaAbraços!http://desbravando-o-infinito.blogspot.com.br/

  • Lara Cardoso
    31 dezembro, 2015

    Oi
    Gostei da proposta do livro. Todos já nos sentimos tristes e é preciso saber quando isso é sinal de depressão, como você bem pontuou. Parabéns por esta visão.
    As tarefas parecem ser interessantes mesmo, bem profundas e gerando uma série de reflexões sobre a vida e nós mesmos. Sua resenha me deixou muito interessada em conhecer este livro, embora eu me considere uma pessoa feliz. rs

    Beijinhos

    • Estante Diagonal
      15 janeiro, 2016

      Exatamente isso Lara, muita gente confunde e o tema deve ser abordado e muito ainda. Bjs

  • Guilherme Dias
    30 dezembro, 2015

    Heey!
    Inicialmente não curti a premissa do livro, mas depois que li sua resenha acho que vou gostar.
    Curto esse lance de reflexão e esses livros mais dinâmicos são muito amor haha
    Abraços!
    http://desbravando-o-infinito.blogspot.com.br/

  • Betânia Duarte
    30 dezembro, 2015

    Parece ser um livro ótimo, bom para reavaliarmos certas coisas ^^
    Beijo e ótimo ano novo para vocês!

    Sorriso Espontâneo

  • Vania Correa
    30 dezembro, 2015

    Que livro interessante, leve, bem descontraído, a diagramação está muito fofa, as carinhas são fofas, realmente não existem pessoas totalmente felizes, a idéia é bem bacana.Beijos…

  • Sofia
    30 dezembro, 2015

    Oi, Joi <3
    Recebi esse livro faz tem um tempinho e nunca parei para ler. É umas daquelas obras simples, mas que são super especiais. Achei muito bacana a proposta, e não o encaro como autoajuda. Ótima dica.

    Beijo

    • Estante Diagonal
      15 janeiro, 2016

      E não é mesmo Sofia, mas como toda proposta ou leitura, vem da pessoa tirar algo para si, ou não.