Reencontro em Paris | Danielle Steel

Título Original: Honor Thyself
Autora: Danielle Steel
Ano: 2017
Editora: Record
Páginas: 320
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Carole Barber é uma mulher de cinquenta anos, uma grande estrela do cinema, aclamada pelo público, mundialmente conhecida e muitas vezes premiada por seu talento incrível. Mas nem tudo em sua vida anda bem, seu amado marido faleceu, perdeu a batalha para o câncer e agora tudo que ela deseja é escrever o livro que prometeu a ele que concluiria, mas um bloqueio criativo tem a atormentado dia após a dia. 

Sem saída e precisando se reencontrar para ser capaz de dar voz a seus personagens, ela decide retornar para a cidade que sempre a acolheu, seu lugar preferido no mundo – Paris.

Sem avisar aos filhos, ninguém além de sua assessora sabe de sua viagem. É a primeira vez que Carole se aventura sozinha e enxerga esse momento como sendo único, cercada pelo clima romântico, pelos cheiros e sabores, sente que será capaz de dar continuidade ao seu livro e por alguns momentos é tomada pela sensação de renovo, entretanto durante seu trajeto de volta para o hotel onde está hospedada, um terrível atentado terrorista acontece e sua vida fica por um tris e não apenas isso, Carole também perde a memória e tudo a sua volta é mistério e desconhecido. Agora ela precisa mergulhar em suas lembranças, observar tudo e todos a sua volta e confiar nos seus mais instintivos sentimentos para ser capaz de formar o quebra-cabeça que se tornou sua vida.

"(...) Era como se tivesse voltado como outra pessoa, sutilmente diferente, mas talvez mudada para sempre. Era muito sedo para se saber. Estava começando do zero..."

Feminismo em Comum | Marcia Tiburi

Título Original: Feminismo em Comum, Para Todas, Todes e Todos.
Autora: Marcia Tiburi
Ano: 2018
Editora: Rosa dos Tempos
Páginas: 126
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Feminismo em Comum é uma coletânea de artigos sobre o feminismo atual, escritos pela escritora Marcia Tiburi. O livro reativa o selo Rosa dos Tempos, o primeiro selo dedicado exclusivamente a literatura feminista e pertencente ao Grupo Editorial Record.

Eu não sou nenhuma conhecedora do assunto e nem tenho uma carga tão ampla para falar sobre o feminismo cem por cento segura de mim, porém, é sabido que o feminismo é mal compreendido, ainda nos dias de hoje. O feminismo é, sem dúvidas, a palavra mais mal interpretada da atualidade e o objetivo deste livro, e de tantas pessoas que dão voz a esta causa, é justamente esclarecer ainda mais o significado e importância desta luta.

A mulher feminista acredita na igualdade, social, politica e econômica entre os sexos. E o feminismo busca desconstruir o patriarcado, um sistema enraizado na cultura e nas instituições em que o sexo masculino é considerado superior ao do feminino. Um pensamento limitado, mas ainda cultivado por muitos. Durante esta leitura, Marcia Tiburi nos convida a repensar estas estruturas, ela indaga o leitor para que possamos pensar fora da caixinha, dando o real significado ao feminismo.

Levando a informação a todos, como uma ideia em comum, é possível que novas e experientes pessoas pertencentes ao movimento, aliem-se em um único discurso que ainda hoje, ainda é cheio de ruídos. A leitura nos leva a pensar que a busca por direitos iguais entre os sexos pode e deve ser apoiada por todos. Porém, apesar da autora acreditar num feminismo dialógico e afirmar que esta é uma luta também de homens, neste ponto eu devo discordar.

Seven Seconds | Crítica

Criado por: Veena Sud
Com: Clare-Hope Ashitey; Michael Mosley; David Lyons; Russell Hornsby; Beau Knapp; Regina King
Gênero: Drama; Policial
Duração: 10 episódios – 60 minutos

Cidade de Jersey, dias atuais, um policial recém transferido atravessa um parque deserto, coberto pela pacífica neve branca, seguindo o caminho mais rápido para o hospital onde sua mulher grávida realiza exames. A alta velocidade e falta de atenção impedem que este oficial da lei perceba a presença de um garoto negro, andando de bicicleta, que segue pelo mesmo caminho, resultando assim em seu atropelamento.

Ao contrário do que se espera de qualquer ser humano decente, o jovem policial realiza uma ligação para seus novos colegas, oficiais que, como ele, deveriam prezar pela segurança e bem-estar dos cidadãos da cidade. O grupo decide ocultar o evento, fazer desaparecer as provas do atropelamento, ignorando a essência da vida que aos poucos desprendia-se do corpo do inocente garoto largado em uma vala, no meio do frio e neve.

Durante o período da noite, após o desespero ter invadido a residência e corações dos pais, amigos e conhecidos do garoto, descobre-se seu corpo no local onde fora abandonado, dando início a uma investigação que, para além de abranger a corrupção de membros da polícia, levanta questões de preconceito e perseguição da população negra de um país que ainda está aprendendo a ser humano.

Resenha: O Destino de Tearling

Título original: The Fate of the Tearling
Autora: Erika Johansen
Ano: 2018
Editora: Suma
Páginas: 358

Nos primeiros capítulos da Trilogia de Tearling, descobrimos um reino em ruínas, abandonado por seus governantes, desolado pela pobreza, assombrado por um acordo validado pela opressão que somente um império poderoso e cruel seria capaz de implantar. Em meio a falta de esperança, observamos o surgimento de uma princesa perdida. 

Acompanhando a guerra que se espalha, o inimigo que se aproxima e as consequências de boas intenções tomadas sem qualquer reflexão acerca das consequências, encontramos a princesa perdida, hoje Rainha de Tearling, refém do temível império de Mostmesne.

Todas as escolhas, ações impensadas, conselhos não ouvidos, contextos ignorados, assombram Kelsea Glynn. Trancafiada nos calabouços do castelo da Rainha Vermelha, a pobre garota deseja retomar o poder que somente a magia é capaz de oferecer. Agora ela busca forças para sobreviver enquanto em sua mente traça planos para salvar o futuro de seu reino e, embora ainda não tenha conhecimento,  prepara-se para enfrentar uma força maligna que, assim como a grande parte dos acontecimentos desta história, se viu liberta graças a mais uma de suas ações impensadas.

"... e pelo resto da vida Katie jamais esqueceria aquele momento: o homem alto sorrindo para ela, a colina e o rio ao fundo, o sol vermelho-sangue ainda no céu."

A Casa dos Pesadelos | Marcos DeBrito

Título Original: A Casa dos Pesadelos
Autor: Marcos DeBrito
Ano: 2018
Editora: Faro Editorial
Páginas: 144

Tiago é um adolescente que há tempos não visita a casa da sua vó, uma casa de campo, no interior, com um balanço no jardim e muitos segredos guardados em seus cômodos. Após ser afugentado por uma terrível assombração, dez anos depois ele é convencido pela sua mãe de que deve retornar ao local. Seu irmão menor, então com a mesma idade que Tiago tinha na época do seu trauma, precisa conhecer o lugar de refúgio de sua avó e viver tudo o que uma criança tem direito. E Tiago deve enfrentar seus medos, que o monstro, que ele diz ao seu psicólogo que via enquanto estava na casa, não existe, que é apenas fruto da sua imaginação.

E é nesse cenário, a casa de madeira de uma avó, que tudo acontece. O livro se desenrola em um pequeno espaço de tempo, tudo acontece em 3 ou 4 dias e os relatos são rápidos e diretos. Marcos DeBrito tem por estilo ser bem específico nas suas descrições de cenários, mas seus livros não perdem a fluidez e não falam de coisas que não serão importantes para a trama, fazendo com que o leitor não perca a atenção na leitura em nenhum momento, o que funciona como um atrativo em suas obras. 

Vamos falar um pouquinho agora sobre o autor? Este é o terceiro livro de Marcos DeBrito, o qual eu já tinha virado fã quando li Escravo de Capela, uma obra incrível e única, cheia de ação e sangue. Como eu tinha lido seu primeiro livro Condado Macabro, esse fervor das cenas de ação, com muitas mortes, também era presente, fiquei esperando um livro no mesmo estilo, com muito sangue, poucos personagens terminando o livro com vida, mas para meu deleite, fui surpreendido. Ninguém morreu, e mesmo assim o livro foi intenso, amedrontador e chocante, mostrando toda a capacidade desse autor maravilhoso.

Tag dos 50% - O Ano até agora!

Oi pessoal, respondi a TAG dos 50% lá no canal, quem quiser conferir as minhas respostas de como esta sendo as minhas leituras até metade do ano, os melhores e os piores, corre pra ver! Para quem quiser responder também segue as perguntinhas logo abaixo! A TAG foi criada pela IsThatChami e quem traduziu aqui pelo Brasil foi o canal Geek Freak.