A Qualquer Custo - Crítica

Hell or High Water

Lançamento: 02 de fevereiro de 2017
Com: Jeff Bridge, Chris Pine, Ben Foster
Gênero: Suspense, Drama

Oi galera! Eu ando meio sumida, confesso! Mas em breve voltarei à ativa! Essa é uma semana mais que especial aqui no blog, é a semana do Oscar e estamos eufóricas com as possibilidades desse ano! Ainda não consegui assistir a muitos filmes que estão concorrendo, mas assisti A Qualquer Custo e acho que os demais deverão ser muito bons para ganharem deste!

No interior do Texas – EUA, dois irmãos encontram-se em uma situação dificílima. Com a morte do pai e da mãe, eles estão prestes a perder a fazenda em que ambos cresceram e viveram grande parte da vida. Sempre foram pobres e levaram uma vida difícil, porém, recentemente, encontraram petróleo na propriedade, o que irá render cerca de $50.000,00 por mês. Como sempre viveram na miséria, a vida não favoreceu muito nenhum dos irmãos.

Tanner Howard (Ben Foster) acabou no mundo do crime e passou 10 anos na prisão por diversos assaltos. Rebelde e com tendência a brigas, o irmão mais velho dificilmente consegue ficar fora das grades. Toby Howard (Chris Pine) é o irmão mais novo e nunca se envolveu no mundo do crime. Cuidou da mãe até seus últimos dias, divorciado e com dois filhos adolescentes, além de dever todo o valor da hipoteca juntamente com o irmão, ainda deve para sua ex-esposa Debbie (Marin Ireland) o valor da pensão alimentícia dos meninos. No meio desse mar de dívidas e sem nenhuma perspectiva de solução rápida, ambos se voltam para a saída óbvia, em que um deles tem muita experiência: assalto à bancos.

La La Land: Cantando estações - Crítica

La La Land

Lançamento: 19 de janeiro de 2017
Com: Emma Stone, Ryan Gosling, John Legend
Gênero: Comédia Romântica, Musical 

O que precisa ter um filme para ganhar o prêmio mais alto da cinema, o Oscar de Melhor Filme? Há seis anos que acompanho mais de perto essa premiação e sempre me questiono sobre isso. Lembro das diversas vezes que vi filmes maravilhosos e aclamados não ganharem. Mas eu percebi um ponto fraco da Academia: filmes que homenageiam a história do cinema. 

Desde o grande feito no Globo de Ouro, La La Land não sai da "boca do povo" e promete levar um número considerável de estatuetas para casa. O filme está correndo em 14 categorias! O último filme que conseguiu esse feito foi o Titanic (1997). Damien Chazelle, o diretor de apenas 32 anos, fez o seu nome em 2015 com o filme Whiplash - que chegou a ser indicado para melhor filme e mais quatro categorias.

Tendo a música como composição das histórias que dirigiu, dessa vez, Chazelle acertou em cheio trazendo o estilo dos velhos musicais para os dias atuais. Um gênero cinematográfico que há muito tempo não é explorado de forma tão bela e profunda ao ponto de conquistar mesmo quem não é fã do gênero.

[Sorteio] Bloco dos Leitores

Olá leitores!

Hoje é dia de mais sorteio no blog! Em clima de carnaval reunimos quatro blogs amigos para sortear um KIT de livros e marcadores sortidos!

Segue as regras:
  • Cumprir as etapas obrigatórias do formulário;
  • Residir em território nacional;
  • Perfis fakes ou promocionais serão desclassificados;
  • Perfis do facebook restritos também serão desclassificados;
  • Os blogs não têm qualquer responsabilidade por extravio ou perda por conta dos correios;
  • Após o sorteio o ganhador deve responder o email em até 48hrs, caso contrário será sorteado outra pessoa.

a Rafflecopter giveaway

Moonlight: Sob a Luz do Luar - Crítica

Moonlight

Lançamento: 23 de Fevereiro de 2017
Com: Alex R. Hibbert, Ashton Sanders, Trevante Rhodes
Gênero: Drama

Moonlight - Sob a Luz do Luar (dirigido e roteirizado por Barry Jenkins) conta a história de Chiron, um tímido garotinho que vive em Miami que desde cedo sofre bullying na escola sendo chamado por seus colegas de homossexual.

Um dia ele encontra um homem que o ajuda em uma situação difícil. O garoto não tem o pai por perto, então o homem (que na verdade é um traficante local) acaba lhe servindo como uma referência masculina. Mas não no sentido negativo, ensinando coisas ruins e sim de forma positiva, dando abrigo e comida para Chiron quando ele precisa. Conforme amadurece, Chiron passa a fazer algumas descobertas sobre ele mesmo e sua personalidade. O filme retrata a infância, adolescência e fase adulta de Chiron. É como se a história fosse dividida em três capítulo, um para cada fase diferente da sua vida. Seus interpretes serão Alex R. Hibbert quando criança, Ashton Sanders quando adolescente e Trevante Rhodes quando adulto. 

Comete um grave erro quem já classifica Moonlight, como sendo mais um daqueles filmes que retratam a vida de um menino negro e pobre dos EUA. Claro que essa realidade serve como pano de fundo para contar a história de Chiron, mas o filme realmente se trata da eterna busca por autoconhecimento. Chiron é um personagem que qualquer um pode se identificar, pois essa incerteza sobre quem somos e o que queremos da vida está presente em todo ser humano. Cada um de nós já parou, pelo menos uma vez na vida, para se perguntar se realmente nos conhecemos, se realmente entendemos nossos próprios sentimentos e as razões por trás de nossas ações.

Até o Último Homem - Crítica

Hacksaw Ridge

Lançamento: 26 de janeiro de 2017
Com: Andrew Garfield, Vince Vaughn, Teresa Palmer
Gênero: Drama, Guerra, Biografia

Baseado em uma história real, Até o Último Homem contará a história de Desmond T. Doss, um médico adventista que durante a Segunda Guerra Mundial salvou mais de 75 homens na Batalha de Okinawa. Por se recusar a pegar em uma arma, Doss foi um dos primeiros militares opositores conscientes a ser condecorado pelo Congresso Americano.

Sua biografia foi lançada no Brasil em 2016 pela editora CPB com o título de Soldado Desarmado, sob a autoria de Frances M. Doss, segunda esposa de Desmond.

Logo no início do filme percebemos que há muita história por trás do mais improvável dos heróis. A trama se desenrola a partir de sua infância e adolescência, com foco no seu treinamento militar, até os acontecimentos que o consagraram. Desde pequeno ele teve uma complicada relação com a morte. Em uma briga entre irmãos, Desmond quase matara seu irmão Harold "Hal" Doss. Seu pai, sempre fora assombrado pelos terrores que viveu na guerra, descontando parte disso em sua família e tais acontecimentos deixaram Desmond ainda mais seguro de suas convicções futuras.